Lucky Luquebano

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Não fazia ideia de que o Lucky se chamava Luquebano! Fiquei a sabê-lo por este pequeno recorte numa revista que vi agora ao fazer a revista das coisas que tenho de arrumar (ou então… desarrumar de vez). Lucky assenta-lhe tão bem que ninguém procura saber mais.

Mas eu que assim falo sei mais. E isso não o sabe o cronista. Que não fala da prodigiosa coleção de molas do Lucky. Molas, sim, dessas de pendurar a roupa. Contribuí com alguns espécimes raros. E isso porque desde que ele mo contou passei a encontrar molas por todo o sítio na rua. Molas que caíam dos estendais, naturalmente. E que realmente não são todas iguais.

Cheguei a pensar propor-lhe fazer uma exposição da coleção de molas. Podia ser na garagem. Molas, molas e mais molas, acompanhadas por fichas explicativas escritas por antropólogos, etnólogos, psicólogos, toda essa malta que se reúne no Clara Clara aos sábados e outros dias fastos. Podíamos apresentar molas do tempo dos faraós, molas usadas em rituais iniciáticos entre povos ignotos, molas de solteironas que as usam nos estendais como iscos para solteirões distraídos, etc. etc. etc. Podíamos inventar todo um universo molar tão variado como o avariado universo (este só aparente) em que habitamos.

Acho que lhe vou propor isso mesmo.

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