Deve ter sido na noite passada. E cheira-me que foram os da Resiliência. O aspeto acabadinho, apurado, sem respingos; o estilo críptico, terminante como um desafio – tudo faz pensar que anda aqui mão deles.
Será possível que guerra tão longa e tão acirrada acabe assim de uma penada? (De uma pincelada, aliás!) Como quem apaga uma inconveniência ou se descarta de uma servidão.
Assim ficam para trás as batalhas travadas, rejeitadas para a memória obscura onde se travam lutas igualmente obscuras, com inimigo e alvo tão obscuro como todo o resto?
De tudo (ou de nada) apenas restarão as crónicas:
https://wordpress.com/post/zelima388727646.wordpress.com/1129
E os da Resistência? Será que se deixam ficar? Sem darem resposta a este desafio (ou provocação, não se sabe ao certo)?
Na mesma parede de sempre, a página em branco (em preto, aliás), está mesmo a pedi-las.
A ver vamos.
